As empresas nunca tiveram tanto dado disponível e, ainda assim, muitas continuam tomando decisões por intuição, urgência ou hierarquia.
Dashboards se multiplicam, relatórios se acumulam, mas a distância entre ter informação e usar informação continua sendo um dos maiores gargalos invisíveis do mundo corporativo. Não é uma crise de tecnologia. É uma crise de cultura de dados.
Business Intelligence e Analytics deixaram de ser departamentos técnicos isolados para se tornarem, nas empresas mais maduras, uma forma de pensar compartilhada por toda a organização.
O verdadeiro poder do dado não está no gráfico bonito ou no relatório completo, está na pergunta certa feita antes de qualquer análise começar, e na coragem de agir com base no que os números realmente mostram, mesmo quando contradizem a intuição de quem decide.
Nesta palestra, o público é levado a repensar sua relação com dados: como transformar BI de ferramenta de retrovisor (o que já aconteceu) em bússola estratégica (o que fazer a seguir); como construir uma cultura organizacional onde decisões orientadas por dados coexistem com julgamento humano, em vez de competir com ele; e como líderes de todas as áreas não só tecnologia podem se tornar tradutores entre números e ação.
O convite é claro: parar de colecionar dados, e começar a construir decisões com eles.